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RAMOS, Graciliano... Oliveira  

(Quebrangulo - AL 27/10/1892 - Rio de Janeiro - DF 20/03/1953). Escritor, prefeito.Considerado como filho da cidade de Palmeira dos Índios, onde residiu de 1910 a 1914 e de 1915 a 1930, e da qual foi prefeito. Foi nessa cidade, ainda, que escreveu o romance Caetés e os Relatórios sobre sua administração à frente da municipalidade. Filho de Sebastião Ramos de Oliveira e Maria Amélia Ferro Barros Ramos. De 1894 a 1914, acompanhou a família em mudanças para Buíque (PE), Viçosa e Palmeiras dos Índios, aonde chegaram em 1911, tendo nestas feito os estudos primários. Primeiro de quinze filhos, aprendeu a ler com seis anos. Em Viçosa, juntamente com seu primo Cícero de Vasconcelos, edita, a partir de 24 de junho de 1904, um jornal bimensal, do qual se apresentam como redatores - O Dilúculo, "órgão do Internato Alagoano", com uma tiragem de 200 exemplares e no qual publicou seu primeiro conto: -Pequeno Pedinte-. O jornal deixa de circular após 17 números, em 16 de abril de 1905. Nele, escreve, ainda, sonetos e outros contos, sempre com pseudônimos: Ramos, G; Ramos de Oliveira, Ramos Oliveira ou Feliciano. É mandado, pelos pais, para Maceió, onde estuda no Colégio Quinze de Maio, do professor Agnelo Marques Barbosa. Iria permanecer cinco anos na capital. Participa de férias em Viçosa, do Eco Viçosense,que iria ter uma vida efêmera de 15 dias. Descobre ser o ensino recebido insuficiente às suas necessidades. Autodidaticamente aprende Latim, Francês, Inglês e Italiano. Ao interessar-se pela literatura, trabalhava na loja do pai - que havia se instalado no final de 1910, em Palmeira dos Índios, com a loja Sincera, e para onde só iria trazer a família em janeiro de 1911 -, e lia e escrevia no tempo disponível. Manda à revista O Malho, do Rio de Janeiro, sonetos que iriam ser publicados, nas edições de 29 de junho e 6 de julho de 1907, assinados com os pseudônimos de Feliciano Olivença e Feliciano de Olivença. Nesta mesma revista, terá publicado, entre 1910 e 1913, várias colaborações, agora com o pseudônimo de Manuel Maria Soeiro Lobato. Entre 1909 e 1911 - escondido nos nomes S. de Almeida Cunha, Almeida Cunha, Soares de Almeida Cunha e Soeiro Lobato - publica diversos sonetos no Jornal de Alagoase noCorreio de Maceió. Entre 1910 e 1914, com pequenos intervalos, mantém uma escola particular, de curso noturno. Forma, ainda, um grupo teatral e dirige a encenação de diversas peças, tendo dele feito parte, entre outros, Tércio Wanderley. Foi para o Rio de Janeiro, em 17 de agosto de 1914, tentar a sorte na imprensa carioca. Trabalha como revisor em diversos jornais, inclusive o Correio da Manhã, onde começa como foca passando, 18 dias depois, a suplente de revisão e, ainda, como revisor, no A Tarde,no Século.Colabora, ainda, para o jornal Paraíba do Sul, daquela cidade fluminense, bem como para o Jornal de Alagoas, neste último assinando R. O.A peste bubônica - que mata três dos seus irmãos e um sobrinho -, leva-o de volta a Palmeira dos Índios, em 1915. Dedica-se, além do jornalismo - em O Índio, jornal do Padre Francisco Xavier de Macedo, onde colaboraria com os pseudônimos de J. Calixto e Anastácio Anacleto -, ao comércio, auxiliando o pai. Consegue uma relativa situação de prosperidade e continua a ler, especialmente Dostoievski, Balzac e Tolstoi. Casa-se, somente no civil, com Maria Augusta Barros, em 21 de outubro de 1915 - em 1917, iria se casar no religioso de modo praticamente "escondido" -, a qual viria a falecer em 23 de novembro de 1920, deixando-o com quatro filhos (Márcio, Júnio, Múcio e Maria Augusta). Nessa época, já dava aulas de Francês no Colégio Sagrado Coração. Em 1925, começa a escrever Caetés. Em 1927, torna-se Presidente da Junta Escolar de Palmeira dos Índios. Casa-se, a 16 de fevereiro de 1928, com Heloísa de Medeiros, que lhe dará mais quatro filhos: Ricardo, Roberto, Luisa e Clara. Eleito, em 7 de outubro de 1927, prefeito local, pelo Partido Democrata, toma posse em 7 de janeiro de 1928. Famosos são os relatórios da Prefeitura que escreveu na ocasião, podendo ser considerada essa a sua estréia literária. O segundo, datado de 11 de janeiro de 1930, atraiu a atenção de Augusto Frederico Schmidt pelo seu estilo. Este escreve a Graciliano indagando se não teria um livro pronto, e este lhe manda Caetés, que seria publicado pela Schmidt Editora. Renuncia à Prefeitura, em 10 de abril de 1930, passando a morar em Maceió. Assume, em maio de 1930, a direção da Imprensa Oficial de Alagoas, da qual se demitiu em 26 de dezembro de 1931. Colabora na revista Novidade,de Maceió, publicando em seu número 4 a crônica Sertanejos.Tendo voltado a Palmeira dos Índios, ainda, em 1931, no ano seguinte, fundou uma escola, na sacristia da igreja de Nossa Senhora do Amparo. Nessa ocasião, escreveu 19 capítulos do São Bernardo. Em 18 de janeiro de 1933, foi nomeado, por Afonso de Carvalho, Diretor de Instrução Pública de Alagoas, voltando, pois, a morar na capital. Criou a Escola Profissional Feminina, a Escola Normal de Viçosa, bem como a de Penedo, e, ainda, as Juntas Escolares. Em 16 de agosto de 1933, o Jornal de Alagoaspublica O Testa de Ferro, com assinatura de G. R. (é republicado na revista do IHA, v.37, 1981). Uniu-se, desde logo, aos demais intelectuais. Segundo Carlos Moliterno, "passou a ser um homem solicitado pelos rapazes de Maceió e tanto no seu gabinete na Imprensa Oficial, como no "Ponto Central", café do Cupertino, em frente ao antigo Relógio Oficial, os nossos escritores e poetas o tinham como um centro de interesse para as longas conversas e discussões sobre literatura e coisa de arte". Em 1934, sai pela Ed. Ariel, São Bernardo. Em 3 de março de 1936, foi preso em Maceió, por motivos políticos, sendo transferido para Recife e Rio de Janeiro, onde é levado para o presídio da Ilha Grande, passando nove meses na cadeia, de onde é libertado a 13 de janeiro de 1937. Memórias do Cárcere é um depoimento de sua vida durante o período em que esteve preso. Em agosto do ano anterior, a Editora José Olympio lançara o romance Angústia. Volta a trabalhar na imprensa e em literatura, publicando Vidas Secas e A Terra dos Meninos Pelados. É um período de dificuldades econômicas, sobrevivendo da publicação de contos e colaborações para revistas, entre as quais O Observador Econômico. Posteriormente, seriam publicados Infância, Dois Dedos. No segundo semestre de 1938, é nomeado Assistente-Técnico na Secretaria-Geral da Universidade do Distrito Federal. Em 28 de setembro de 1938, por ato assinado pelo presidente da República, foi nomeado inspetor de estabelecimentos de ensino secundário, no Distrito Federal. Trabalha, ainda, na revista Cultura Política.Em 18 de agosto de 1945, aderiu ao Partido Comunista Brasileiro. Candidato a deputado federal, por AL, pelo PCB, obteve 62 votos. Publica na Revista do Povo,em janeiro de 1946, Carta aos Alagoanos,na qual se apresenta como candidato, e de onde destacamos -E com isto declaro não desejar pertencer a qualquer instituição em que seja necessário fazer discurso-. Em 1947, volta para a revisão do Correio da Manhã,onde será o seu principal copidesque. Torna-se diretor responsável pelo jornal Partidários da Paz,publicado no Rio de Janeiro. Eleito, em 3 de Março de 1951, presidente da Associação Brasileira de Escritores (ABDE), sendo reeleito em 1952. Neste último ano, empreendeu, entre 21 de abril e 16 de junho, viagem à Tcheco-Eslováquia e União Soviética. Doente, viaja a Buenos Aires, onde é operado, regressando a 5 de outubro. Seu 60º aniversário é comemorado na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, onde, por não poder comparecer, é representado por sua filha Clara Ramos. Em 25 de janeiro de 1953, é internado, falecendo a 20 de maio. Paraninfo perpétuo da APALCA. Patrono da Cadeira 05 da ACALA. Patrono da cadeira nº 19 da APHLA Internacional. Obras: Caetés, capa ilustrada por Santa Rosa, Rio de Janeiro, Schmidt Editora, 1933, (romance) São Bernardo, capa ilustrada por Santa Rosa, Rio de Janeiro: Ariel, 1934 (romance) Angústia, Rio de Janeiro: José Olympio, 1936, prêmio Lima Barreto (romance) Vidas Secas, capa de Santa Rosa, Rio de Janeiro: José Olympio, 1938; A Terra dos Meninos Pelados, Porto Alegre: Livraria do Globo, 1939; Histórias de Alexandre, Rio de Janeiro: Editora Leitura, 1944; Dois Dedos, Ed. M. M., 1945, (contos) Insônia, Rio de Janeiro: José Olympio, 1947 (contos) Infância, Rio de Janeiro: José Olympio, 1945 (memórias) Histórias Incompletas, Porto Alegre: Livraria Globo, 1946; Sete Histórias Verdadeiras, Rio de Janeiro: Ed. Vitória, 1951. Após sua morte, são publicados: Memórias do Cárcere, Rio de Janeiro: José Olympio, 1953, 4 v., Viagem-Checo-Eslováquia, URSS, capa de Cândido Portinari, Rio de Janeiro: José Olympio, 1954; Contos e Novelas, Rio de Janeiro: Casa do Estudante do Brasil, 1957, 3 v; Linhas Tortas: [Crônicas e Escritas de 1915 a 1952], São Paulo: Martins Editora, 1962 (obra póstuma - artigos e crônicas publicadas na imprensa) Alexandre e Outros Heróis, São Paulo: Martins Editora, 1962; Viventes das Alagoas: Quadros e Costumes do Nordeste, capa de Clóvis Graciliano, São Paulo: Martins Editora, 1962; A primeira edição de AsObras Completas, em 11 volumes, São Paulo: Martins Editora; Memórias e Impressões de Viagens (obras inacabadas) RA - Alexandre e Outros Heróis (reunindo: A Terra dos Meninos Pelados, História de Alexandre e Pequena História da República), São Paulo, 1961; Cartas, Rio de Janeiro: Record, 1981, a 3. ed. aumentada, é de 1982, com nota de Heloísa Ramos. Teve o conto Um Ladrão transcrito na Antologia de Contistas Alagoanos, organizada por Romeu de Avelar, Maceió: Departamento de Ciência e Cultura, 1970, p. 53-62; a Revista IHGAL, v. 37, 1979-81, Maceió, 1981 p. 253-54, transcreve o seu conto Testa de Ferro; o conto Um Ladrão, está presente em Os Contos de Alagoas - Uma Antologia, de Antônio S. Mendonça Neto, Maceió: Catavento, 2001, p. 113-125. Traduziu: A Peste, de Albert Camus; Memórias de um Negro, de Booker Washington. Suas obras foram traduzidas para o francês, inglês, italiano, russo, polonês, checo, alemão, espanhol, húngaro, romeno, búlgaro, holandês e finlandês e têm sido estudadas e objeto de teses de universidades européias, americanas e asiáticas. Acredita-se só não terem sido traduzidas: Linhas Tortas, Viventes das Alagoas e Viagem.Encontram-se, ainda: Contos e Novelas, seleção de Graciliano Ramos, Rio de Janeiro: Casa do Estudante do Brasil, 1957; Histórias Agrestes: Contos Escolhidos, seleção e prefácio de Ricardo Ramos, São Paulo: Cultrix, 1960; História do Agreste. Contos Escolhidos, São Paulo: Cultrix; Histórias do Agreste (Antologia Escolar), seleção e prefácio de Ricardo Ramos, ilustrações Quirino Campofiorito, Rio de Janeiro: Ed. Ouro, 1967; Cartas de Amor a Heloísa, Rio de Janeiro: Record; Viagem, Rio de Janeiro: Record; Dois Relatórios ao Governador do Estado de Alagoas, apresentação de Gilberto Marques Paulo, Recife: Fundação de Cultura da Cidade do Recife, 1992; Cartas a Heloísa, São Paulo: Secretaria Municipal de Cultura, Prefeitura do Município de São Paulo, 1992; Relatórios/Graciliano Ramos, organização de Mário Hélio Gomes de Sousa, Rio de Janeiro: Record, Recife: Fundação de Cultura da Cidade do Recife, 1994; Graciliano Ramos/Seleção de Textos, Notas, Estudos Biográficos, Histórico e Crítico e Exercícios, por Vivina de Assis Vianna, São Paulo: Abril Educação, 1981; 50 Anos do Romance Caetés, por vários autores, Maceió: DAC/SEC, 1984; Graciliano Ramos, José Carlos Garbuglio, Alfredo Bosi, Valentim Facioli, Ricardo Ramos, participação especial de Antônio Cândido, [ et al.], São Paulo: Ática, 1987. Amigos - Trechos Escolhidos, apresentação de Antônio Cândido, Rio de Janeiro: Agir, 1961. O Estribo de Prata; Brandão Entre o Mar e o Amor, obra de Jorge Amado, da qual participa, juntamente com José Lins do Rego, Aníbal M. Machado e Raquel de Queiróz, São Paulo: Livraria Martins, 1942; Garranchos, Thiago Miosalla (Org.), São Paulo: Record, 2012, reúne 80 inéditos, publicado nas comemorações dos 120 anos de G. Ramos.


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RAMOS, Jeová  

(Santana do Ipanema - AL). Cantor, compositor. Discografia: CD Enaltecendo o Forró, 2011, Produção Independente, são de sua autoria as composições: Agradecimento A Deus; Nordeste, juntamente com Zuza; Me Declaro na Canção; Beijo Gostoso, juntamente com Djair; Moreninha Forrozeira; Lengo Lengo no Namoro; juntamente com Beto Tecla; Meu Coração Ainda Bate Forte Por Você; Pare de Sofrer e Princesa de Verdade, juntamente com Jeová Junior.


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RAMOS, José Leopoldo  

(AL 1850). Médico.Filho de José Antônio Ramos e Tereza de Jesus Ramos. Formado em Medicina pela Faculdade do Rio de Janeiro. Em Paris freqüentou a clínica do professor homeopata Dr. Jousset, demorando-se alguns anos na Europa. Obras: Litotricia da FIor; DoAborto Provocado; Vacinação e Revacinação, 1873; Clínica Médica Homeopática, São Paulo, 1896,


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RAMOS, João Antônio Silveira Palma  

(?). Escritor, Obra: Artigo em periódico: Os Estrangeiros e o Direito Penal na Europa, in Revista do Ministério Público de Alagoas, Maceió: UFAL, CCJUR, n. 24, janeiro/junho, p. 61 - 116.


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RAMOS, Juvêncio da Rocha  

(?). Deputado estadualnas legislaturas 1921-22; 23-24; 25-26; 27-28 e 29-30.


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RAMOS, Marcelo Alves  

(AL?). Escritor. Universidade Federal Rural de Pernambuco/UFRPE. Obra: Capítulo de livro: Produtos Madeireiros e Comunidades Rurais na Caatinga: Uma Visão do Uso de Fitocombustíveis, juntamente com Ulysses Paulino Albuquerque, in Conhecimento Tradicional e Estratégias de Sobrevivência de Populações Brasileiras, Maceió: EDUFAL, 2007, Flávia de Barros Prado Moura (org.), p. 35-54.


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RAMOS, Maria (Marili)  

(Viçosa - AL 14/01/1907 - Paulo Jacinto - AL 11/06/1987). Professora. Filha de Sebastião Ramos de Oliveira e Maria Amélia Ferro Ramos. Obras: Histórias Mal-Arranjadas. Contos. Série Ficção Alagoana. v. I, Maceió: DEC, 1966; Ficção e Realidade, Maceió: SERGASA, 1977 (contos - prêmio Moinho Nordeste/AL, 1985) Graciliano Ramos, Maceió: IGASA, 1979. Com Desencanto, participou do livro Contos Alagoanos de Hoje, São Paulo: LR Editores Ltda. 1982, seleção, prefácio e notas de Ricardo Ramos e ilustrações de Pierre Chalita. Com o conto Os Meus Amores, ganhou o prêmio Guimarães Passos da Assembléia Legislativa/AL, 1985.


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RAMOS, Maurício Ricardy Batista  

(?? ). Escritor. Obra: Capítulo de livro: As Representações das Aulas Teóricas de Educação Física Sob o Ponto de Vista dos Alunos do Ensino Médio, juntamente com Leonéa Vitória Santiago, in Estudos Qualitativos em Educação Física e Esporte: Representações e Sentidos (org.), Maceió: EDUFAL, 2013, p. 63-78.


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RAMOS, Nilo... de Araújo Pereira  

(Pilar - AL 28 ? ou 29/10/1894 - Pilar - AL 26/12/1935). Poeta, funcionário público. Filho de Manoel Ramos de Araújo Pereira e Ana Rodrigues Acioli Pereira. Fez os primeiros estudos em sua terra natal. Iniciou a vida trabalhando na fábrica de rendas e bordados, de propriedade de seu pai. Secretário do Posto de Saúde e coletor federal. Reunidos os melhores trabalhos, espalhados pela imprensa alagoana, publicou em dois volumes: Endecassílabos, Maceió: Tip. Livraria Fonseca, 1922 (poesia) No Miradoiro das Ilusões, Maceió: Oficinas Tipográficas da Casa Ramalho Editora, 1923 (poesia). Teria, nos arquivos do seu irmão Artur Ramos, um livro inédito intitulado: O Livro das Superstições. Tornou-se conhecido como o Poeta do Pilar.Colaborou em O Pilar, do qual chegou a chefiar a redação, dirigiu A Cidade e colaborou, ainda, no Jornal de Alagoas e na revista Vinte de Julho. Em O Gaiato com a inicial R., assinava a secção RETRATOS, uma espécie de perfis humorísticos em versos. Segundo MMS, o titulo correto do primeiro livro seria Em Decassílabos, como o próprio autor registra em seu segundo livro. Foi coletor ou promotor. Foi nomeado em ato governamental publicado em 7 de julho de 1925?


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RAMOS, Petrônio Sandes  

(AL?). Secretário de estado. Toma posse, em 12/09/1994, na Secretaria de Administração, cargo do qual é exonerado em 08/11/1994, no governo Geraldo Bulhões.


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